Análise de risco para trabalho em altura

Toda a atividade realizada há mais de dois metros de altura deve respeitar as exigências de segurança da NR 35. Além do risco de queda, os colaboradores podem estar expostos a riscos adicionais, como os de intempéries e choque elétrico, entre outros. Para garantir a segurança do funcionário, confira as dicas do Protegildo e elabore uma análise de risco adequada para o trabalho em altura!

Local de trabalho – O profissional ou equipe responsável pela elaboração da análise de risco deve reservar um tempo para conhecer o ambiente de trabalho, inclusive com a participação dos funcionários, que estão envolvidos nos processos e conhecem os perigos que vivenciam no dia a dia.

Condições meteorológicas – trabalhadores que atuam em altura podem ter sua segurança afetada por condições meteorológicas adversas, como intensidade de exposição solar, ventos fortes e chuvas.

Materiais e ferramentas – A possibilidade de queda de materiais e outros instrumentos de trabalho também devem ser considerada na análise de risco. Isso evitará que pessoas que estejam transitando em níveis abaixo do trabalhador sejam lesionadas.

Listagem de riscos – Após a identificação de todos os perigos presentes no trabalho em altura desempenhados pelos colaboradores da empresa, é imprescindível listá-los e classificá-los. Algumas perguntas que podem ajudar nesta etapa:

Quais são os perigos existentes?

O que pode dar errado?

Qual a probabilidade de um acidente ocorrer?

Quais são as consequências se esse acidente ocorrer?

Quem está exposto ao risco?

Plano de controle – Depois de estudar o local de trabalho, identificar e conhecer todos os riscos a que os trabalhadores estão submetidos, é hora de concentrar todos os esforços na busca e implementação de medidas que podem eliminar, mitigar ou neutralizar os riscos com soluções de engenharia, procedimentos de trabalho seguro e, por fim, os EPIs adequados.

ATENÇÃO!

Lembre-se de utilizar a hierarquia das medidas de controle da NR 35: 1º eliminar o trabalho em altura (substituir o homem ou fazer a atividade no chão); 2º prevenir a queda (guarda corpos/barreiras de proteção) e, por fim, 3º proteger o trabalhador  (EPI e/ou redes de proteção).

Fonte: adaptado de Conect

Revisão: Gianfranco Pampalon

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