sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Presidente reeleito da Animaseg avalia gestão e aponta prioridades

Por Raira Cardoso/Jornalista da Revista Proteção

A nova diretoria da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho) que estará à frente da entidade nos próximos três anos foi definida em 28 de outubro por meio de eleição virtual. O pleito teve chapa única e o presidente reeleito, José Geraldo Brasil, relembrou os desafios superados no mandato anterior. “Com a contratação de uma assessoria especializada, realizamos o primeiro planejamento estratégico da entidade que tem mais de 40 anos de existência, definindo sua missão, visão, valores e organização dos principais pilares com visão de futuro. Também atuamos para que as empresas e o mercado tivessem o prazo necessário para se adaptarem à extinção do Certificado de Aprovação e seu posterior retorno”, contou.

Citou ainda a criação do Registro Animaseg como ferramenta que visava garantir a organização e a qualidade do setor de EPIs com a queda do CA (depois revertida), e a internacionalização da Associação, com o apoio da Apex Brasil, que reuniu esforços da entidade e associados na busca de novos mercados no exterior. Reforçou ainda sobre a importante atuação da entidade durante a pandemia de coronavírus, em que coordenou a doação de um milhão de respiradores PFF2, orientou que as empresas direcionassem seus produtos para a área médico-hospitalar, organizou para que os fabricantes disponibilizassem o fornecimento de cinco milhões respiradores/mês para o Ministério da Saúde, entre outras ações.

METAS

Dentre os focos da nova gestão, Geraldo elenca a adequação do modelo de gestão da Animaseg com ferramentas compatíveis à realidade dos novos mercados e novos comportamentos dos consumidores. Assim como o fortalecimento das relações da entidade com o Governo e com o setor público, com a possibilidade da criação e organização de uma Frente Parlamentar de EPI e atuação na revisão e harmonização das Normas Regulamentadoras. “Buscando constante sinergia e união do setor, queremos garantir a qualidade do EPI por meio da manutenção do CA e também da adequação do RA, para que ele se torne um selo de qualidade objetivando um modelo de auto regulamentação para o mercado brasileiro e América Latina”, enfatizou. Apontou, também, a intenção de manter a infraestrutura de funcionamento da ABNT/CB-32 dentro da Animaseg, assim como aprofundar o processo de internacionalização da entidade e das empresas brasileiras por meio do apoio e convênio da Apex Brasil, preparando os fabricantes para aumentarem a exportação de EPIs e produtos de segurança brasileiros.

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