quinta-feira, 07 de julho de 2022

Reportagem Especial – eSocial: Caminho sem volta – Ed. 363

Por Marla Cardoso/Jornalista da Revista Proteção

Quase cinco meses após o início da obrigatoriedade do envio dos eventos de SST ao eSocial, especialistas detalham os desafios enfrentados e os benefícios em atender o sistema de escrituração digital

Quando a estrada é longa, a impressão é que nunca chegaremos ao destino. No meio do caminho, ainda podemos enfrentar imprevistos, que prolongam ainda mais a viagem. Às vezes também é preciso ajustar o percurso, mas a boa notícia é que uma hora estamos onde planejamos. A analogia tem relação com a implementação dos eventos de SST no eSocial que, depois de muitas discussões, simplificação dos leiautes e adiamentos para o início da obrigatoriedade do cronograma, enfim foi implantado.

A primeira fase, em 13 outubro de 2021 para as empresas do Grupo 1 – com faturamento anual superior a R$ 78 milhões – e, recentemente, em 10 de janeiro, para as empresas dos Grupos 2 e 3 – entidades empresariais que não sejam optantes do Simples Nacional, e empregadores optantes do Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos. Ainda em 2022, o calendário de implantação se completa, em 11 de julho, com a exigência do envio dos dados para o Grupo 4 – órgãos públicos e organizações internacionais.

A tarefa até aqui foi desafiadora, como garantem integrantes da equipe técnica do projeto, especialistas e profissionais de consultorias, estes, em especial, por acompanharem uma mudança significativa na forma de prestar serviços de Saúde e Segurança do Trabalho para os seus clientes. Mas mesmo que ainda esteja em fase de ajustes, o momento é encarado como uma oportunidade para todos os atores envolvidos. Para os trabalhadores, que terão um monitoramento mais efetivo do seu histórico laboral; para os profissionais, que atentos às mudanças na SST ganharão um novo status dentro das organizações; para as empresas, que terão organizadas e reconhecidas suas boas práticas laborais e para as consultorias, que estão diante de uma ótima chance de mercado, entre muitos outros benefícios que você entenderá nas próximas páginas.

Confira a reportagem completa na edição de março da Revista Proteção.


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