Crédito: Beto Soares/Estúdio Boom

Problemas podem ser transformados em oportunidades a partir da Economia Circular


Todos sabemos que vivemos em um mundo com recursos finitos. Entretanto, isso não parece tão óbvio quando olhamos nosso atual modelo econômico. Nós pegamos da natureza, transformamos esses recursos em produtos, consumimos e depois descartamos. E nessa lógica, chegamos aqui: consumindo 70% a mais da capacidade do planeta em oferecer os recursos. Isso sem considerar a poluição que geramos com o descarte desses resíduos.

Segundo estudo conduzido pela Fundação Ellen MacArthur, estima-se que, em 2050, teremos mais plástico nos oceanos do que peixes. É nítido que precisamos mudar esse cenário. É necessário reformular os padrões de produção e consumo.

Nada disso é novo. Desde a publicação do documento chamado de Nosso Futuro Comum, também conhecido como Relatório Brundtland, da década de 1980, estudiosos já apontavam esse cenário. De lá para cá, tentamos. Surgiram os conceitos e práticas de sustentabilidade, ISO 14001, logística reversa, e mais recentemente, a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Dados do autor:

Diego Iritani – Fundador da Upcycle e co-fundador da Alchemicka, atua desde 2011 em projetos de Economia Circular. É professor nos cursos de MBA em sustentabilidade da UFSCar e UFRGS, doutor pela Universidade de São Paulo, defendendo uma das primeiras teses sobre Economia Circular no Brasil, e já trabalhou em projetos de pesquisa pela USP em parceria com a Fundação Ellen MacArthur.
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Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Proteção.


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