Crédito: Arquivo do autor

Medição de IBUTG depende de variáveis ambientais e taxas de metabolismo dos trabalhadores

Dando continuidade ao artigo anterior em que buscamos demonstrar a complexidade de uma adequada avaliação de calor em função da grande quantidade de variáveis presentes nesta empreitada, agora vamos discorrer um pouco sobre a avaliação do IBUTG.

Por força do atual texto do Anexo 3 da NR 15 (Portaria 1.359 de 09/12/2019), que diz no item 2.1, letra “b” que para as avalições quantitativas de calor deverão ser utilizados os equipamentos de medição, formas de montagem, posicionamento e procedimento de uso previsto na Norma de Higiene Ocupacional NHO-06 (2ª edição – 2017) da Fundacentro – Avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, redação similar ao contido no item 2.4, letra “b” do Anexo 3 da NR 9, este critério deverá ser seguido.

Inicialmente destacamos que o cuidado de inserir no texto legal a edição da norma NHO-06 teve por objetivo não permitir que no futuro uma Norma Regulamentadora possa ser alterada sem uma discussão tripartite, uma vez que as alterações das normas da Fundacentro obedecem a critérios distintos dos textos legais (lembrando que as NHO não fazem parte do arcabouço de textos legais).


Dados do autor:

Sérgio Latance Junior – Engenheiro Eletricista, Eletrônico, de Segurança do Trabalho, especialista em instrumentação e avaliação de riscos ambientais. Foi membro do GET e do GTT de revisão do Anexo 3/NR 15 e Anexo 3/NR 9.
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*Este é o terceiro artigo da série sobre Exposição ao Calor.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Proteção.


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